Fotografia Esportiva

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No final dessa matéria, vamos disponibilizar a entrevista via-E-mail com Rodrigo Gazzanel da RM Sports Images.

As lentes dos profissionais capazes de parar o ataque de um centroavante!

Solta a vinheta que o assunto é de primeira!

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O número de profissionais da Fotografia tem crescido consideravelmente, impulsionado pelas várias opções de mercado e pela oportunidade do hobby garantir algum dinheiro. A indústria está aquecida! Casamentos; Aniversários e Datas Importantes, Bebês; Animais de Estimação; e, porque não, Esportes!

Existem várias Instituições de Ensino que oferecem o curso de Fotografia Profissional, e algumas escolas e profissionais autônomos que oferecem especializações.

Em linhas gerais, você precisa ter o melhor equipamento para fazer fotos de esportes, eles facilitam, em muito, mas o que faz uma foto é o olhar do fotógrafo. Você também não precisa de uma tele-objetiva. Sim é possível fazer fotos de esportes com lentes grande angular.

Saiba quais são os equipamentos do Fotógrafo de esportes.

As teles são muito importantes para não precisar chegar perto do atleta, como em um campo de futebol em que o lance pode acontecer até 100m de você. Mas você pode ficar atrás do gol em uma cobrança de pênalti (muitos usam controles remoto em uma segunda câmera), pode fotografar a torcida, o banco de reservas; em uma corrida pode fazer contra-plongée. Assim como numa pista de skate você pode chegar bem perto quando o atleta pula na borda da piscina ou do halph pipe.

As oportunidades para a cobertura de eventos esportivos, podem ser para jornais (impressos, portais…), agências, promotoras de eventos esportivos, patrocinadores, atletas, assessorias de imprensa, etc…

Hoje em dia a maioria dos jornais também tem portais, porém se você for fotógrafo de um jornal, você não irá fazer a cobertura de apenas eventos esportivos, ainda mais se for novo no veículo. Mas você terá um salario fixo ao final do mês, geralmente baseado no piso da categoria (sindicato de jornalistas ou ARFOC – Ass. dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos).

Você pode fazer uma parceria com as agências de fotografias, que geralmente ficam um uma porcentagem do lavor cobrado pela foto (50/50%, algumas praticam 40% para agência e 60% para o fotógrafo). Mas você não tem nenhum valor fixo, se for um evento bom, você pode receber bem, mas se for um evento de pouco interesse, você corre o risco de não vender nenhuma foto e ter saído de casa “de graça”. Algumas agências pagam por saídas, mas são raras as ocasiões. Cuidado para não ir a um evento que tenha outro “colaborador da mesma agência”, ou um evento que tenha um fotógrafo oficial que faça foto para divulgação, pois a distribuição destas fotos são gratuitas, e muitos veículos usam estas fotos.

Para Divulgação (Promotoras de eventos esportivos, patrocinadores, assessorias de imprensa), você vai trabalhar juntamente com a organização do evento, dar ênfase aos patrocinadores para que nas fotos apareçam a marca deles. O trabalho será com um valor fixo, e juntamente com a assessoria de imprensa disponibilizará estas fotografias sem custo para a imprensa. Como as imagens são sem custo, os veículos usam bastante, e assim o patrocinador aparece nas fotografias que sairão nos veículos, sendo uma forma indireta de publicidade.

Para atletas e agremiações esportivas. Tanto um quando o outro gostam de fotografias, e são raros os registros em campeonatos e eventos de menor expressão. Entre em contato com o clube, a associação, ou o atleta e registre estes eventos. Para o clube é um registro histórico, e para o atleta seria uma recordação.

Fonte: Fotografia DG

Como tirar o MTB?

O MTB é um número que provavelmente não será pedido na empresa em que você, jornalista, trabalha. No entanto, em algum momento da profissão, é possível que te cobrem por ele. Principalmente se você for participar de um concurso ou fazer um curso muito específico da área.

O lugar para tirar o registro profissional é o Ministério do Trabalho.  E não adianta ligar lá para saber quais são os documentos necessários, porque não, eles não vão atender ao seu telefonema. Por isso, esta é a lista:

– cópia do RG e CPF;
– comprovante de residência;
– cópia e original do diploma;
– número do PIS (é só se dirigir a qualquer agência da Caixa Econômica Federal e pedir uma declaração que ela sai na hora, acredite);
– carteira de trabalho e cópia da frente e do verso da folha que tem a sua foto;
– um livro de ação (para você se distrair e não cair no sono enquanto espera)

Existe um protocolo para você voltar dali a 2 meses.

Imprima o regulamento do concurso, ou algum documento da empresa que você vai trabalhar que prove que a exigência do número antes dos 2 meses. Leve junto com os documentos e bingo! Incrivelmente, o profissional do Ministério do Trabalho entregará o seu MTB em poucos dias.

Isso é segredo, ninguém pode saber.

Mas se você não tem pressa, volte dali dois meses com o protocolo e a carteira de trabalho nas mãos. Não esqueça da carteira, por favor. Muita gente aparece lá apenas com o protocolo e o resultado é só chororô.

O MTB é uma etiqueta na sua carteira de trabalho.

Obs: Este é um texto que fornece instruções para quem é formado em jornalismo. Para saber como tirar o MTB sem ser graduado na área, aconselho pedirem informações sobre a documentação, pessoalmente no Ministério do Trabalho.

Fonte: Claravali

Credenciamento ARFOC

ARFOC-SP

A Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos no Estado de São Paulo, ARFOC-SP, é uma sociedade civil de cunho cultural, sem fins lucrativos e destituída de caráter político-partidário.

A ARFOC-SP tem como objetivo incentivar e desenvolver ações culturais no estado de São Paulo, representando seus associados nas questões relacionadas à imagem fotográfica e cinematográfica.

Para isso, a ARFOC-SP promove cursos, seminários, palestras e exposições relacionados ao fotojornalismo, telejornalismo, direito autoral entre outros temas que visam o aprimoramento profissional e difusão cultural.

As Instituições interessadas em desenvolver convênios e parcerias com a ARFOC-SP, solicitar palestras e ou exposições deverão enviar solicitação pelo e-mail: arfoc-sp@arfoc-sp.org.br

Credenciamento: ARFOC-SP

Fonte: ARFOC-SP

ARFOC-RJ

A Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro – ARFOC-Rio, foi fundada em 16 de fevereiro de 1946 e reconhecida de utilidade pública pelo Dec. 1229 de 09/10/1962.
É uma sociedade civil de cunho cultural, sem fins lucrativos, objetivando aperfeiçoar e defender a aplicação da imagem ao jornalismo.
Atualmente, possui 1.200 associados em todo o estado do Rio de Janeiro.

Credenciamento: ARFOC-RJ

Fonte: ARFOC-RJ

O que é FTP e como usar?

Muito antes dos sistemas de armazenamento em nuvem, nasceu o FTP (File Transfer Protocol). Desde os primórdios da Internet, ele é o responsável por enviar arquivos para a web. Forma prática e versátil de transferência de arquivos, ela serve basicamente para que usuários possam enviar ou receber documentos da Grande Rede por meio de um endereço no navegador ou um software instalado no PC.

Representação simples do que é um FTP: pasta hospedada por servidor para acesso do cliente (Foto: Reprodução)
Representação simples do que é um FTP: pasta
hospedada por servidor para acesso do
cliente (Foto: Reprodução)

A transferência é feita entre um servidor e um cliente. O primeiro é o local onde os arquivos ficam hospedados, enquanto o segundo é quem realiza a operação. A conexão é sempre autenticada por um nome de usuário e servidor em um determinado endereço de IP. Normalmente, o FTP é bastante útil para pessoas que possuem discos virtuais na rede e para quem criou um site e tem um sistema de hospedagem.

É possível criar um FTP em uma máquina ou ter acesso a algum disco já criado e que tenha sido compartilhado com você. Para criar, é preciso usar um programa como o Guild FTP. O procedimento é simples e não leva mais do que alguns passos. Caso você necessite apenas acessar um servidor de FTP existente, há a possibilidade de fazê-lo via software, mas também somente acessando a Internet.

Entre os softwares mais famosos estão o Filezilla e o SmartFTP (Windows), Cyberduck (Mac) e Kasablanca (Linux). Cada um tem suas particularidades e funcionalidades, porém o básico é sempre o mesmo: basta inserir o IP do servidor, seu login e senha e ele automaticamente fará a conexão. Assim será possível ter acesso a todos os arquivos hospedados no local e também fazer o envio de outros documentos para o mesmo.

Caso você deseje somente entrar no FTP sem usar um programa para isso, digite “ftp://número do ip” em seu navegador. Um prompt pedirá seu login e senha e, pronto. Você terá o mesmo acesso ao disco virtual que teria em qualquer software.

A transferência de arquivos é bem simples, semelhante a que o usuário faz entre pastas no próprio PC, por exemplo. Porém, demora um pouco mais por se tratar de uma operação na Internet, é claro.

Fonte: TechTudo

ENTREVISTA-TEMA: RODRIGO GAZZANEL

  • Nome: Rodrigo Gazzanel;BANNER BLOG TRIVELA NA REDE 1
  • Profissão: Fotojornalismo Esportivo – RM Sports Images

 

 

1º Pergunta

Trivela na Rede: 

Em que momento a Fotografia Esportiva entrou na sua vida? Foi uma escolha ou oportunidade do momento?

Rodrigo Gazzanel:

Podemos dizer que tudo começou com a ociosidade que eu estava passando. Trabalhava com fotografia de eventos, casamentos e festas infantil, e a demanda desse tipo de trabalho é quase que na totalidade aos fins de semana, ficando durante a semana sem trabalho, e como o futebol sempre fez parte da minha vida, decidi ir para o fotojornalismo, mas sempre direcionado para a cobertura de futebol.

 

2º Pergunta

Trivela na Rede: 

As renuncias, abrir mão de algumas condições, mudar de cidade ou constantes viagens, ficar longe da família por alguns dias, semanas e até meses! São situações que um profissional que deseja seguir carreira na Fotografia Esportiva e, em outras áreas do esporte, precisa estar preparado. Com você não foi diferente.

Como foi esse momento? Que conselho você nos daria?

Rodrigo Gazzanel:

Você precisa abrir mão de algumas coisas pra poder realizar um sonho, e trabalhar com futebol, você não vai ter quarta e quinta noite, feriados, domingos. No começo é complicado, mas eu já estava acostumado porque já trabalhava aos fins de semana, então foi mais tranquilo. Mas a minha família sempre me apoiou em tudo e me ajudou, isso me deixava mais tranquilo pra poder trabalhar.

 

3º Pergunta 

Trivela na Rede: 

Qual o nível de investimento (dedicação e financeiro) necessário para iniciar um trabalho profissional de fotojornalismo? Com ênfase no futebol!

  • Graduação, cursos e certificados;
  • Licenças e credenciais;
  • Equipamento; (Máquina, tripé, lentes e etc.)
  • Hardware’s e software’s e outros.

Rodrigo Gazzanel:

Não existe um curso de fotografia de futebol, o que precisa fazer é um bom curso de fotografia, até mesmo uma faculdade, e estudar sempre, como é um ramo em que tudo se atualiza muito rápido, é preciso estar sempre por dentro das novidades.

Não vou nem falar em valores, porque não existe uma referencia de investimento, mas prepare o bolso porque equipamento fotográfico é bem caro.

 

4º Pergunta

Trivela na Rede:

Sem merchandising, rsrs…

Na sua opinião, qual o melhor equipamento fotográfico? (marca/resolução/potência), e o mais indicado em custo-benefício, para a pratica de fotojornalismo esportivo?

Rodrigo Gazzanel:

Sempre costumamos dizer que o melhor equipamento é o que seu bolso pode comprar, o sonho de todo fotógrafo é ter pelo menos 2 câmeras, 3 lentes, tudo top de linha, mas isso custaria algo em torno de 100 mil reais, então fica inviável.

Aconselho a quem quer começar a ter uma câmera e no mínimo uma lente 70-200mm, muitos fotógrafos hoje trabalham só com esse conjunto. Um conjunto desse bom você vai investir em torno de 15mil reais.

 

5º pergunta 

Trivela na Rede: 

São três situações:

  • Trabalhar para uma agência de fotojornalismo;
  • Ser autônomo e trabalhar como freelance;
  • Ser contratado por um clube de futebol.

Quais os desafios profissionais e financeiros, e as particularidades de cada situação?

Rodrigo Gazzanel:

Trabalhar para uma agência de fotojornalismo; – Você sempre será pautado para determinadas partidas e treinos, e outras vai ficar de fora, além de ter que dividir o valor da venda de fotos com a agencia, mas é o inicio de todo repórter fotográfico, não tem como fugir disso

Ser autônomo e trabalhar como freelance; – Ao contrario das agencias, você que faz as suas pautas, pode fazer o máximo de trabalho, rentabilizando mais ainda os seus ganhos, além de não dividir seus ganhos com ninguém.

Ser contratado por um clube de futebol. – Trabalhar para um clube é diferente de todas as outras citadas acima, você tem o rendimento garantido, trabalha sem ter que se preocupar com venda de fotos, a diferença é que você tem sempre pensar em divulgar o clube e não retratar os fatos de uma partida, ex..se o clube que você trabalha perder uma partida, não se pode mandar imagens onde retratam tristeza ou lamentações, sempre tem que se pensar em passar imagens positivas do elenco e da partida.

 

6º Pergunta

Trivela na Rede: 

Hoje você trabalha como freelance (autônomo), realizando a cobertura de jogos de alguns clubes da série A.

Com a sua credencial, você tem acesso livre em qualquer arena/estádio, ou precisa realizar algum cadastro/registro?

Como são realizados os envios das fotos/arquivos (em tempo real), para as agencias divulgarem/venderem nos canais de comunicação?

O FTP ainda é utilizado? Ou já adotaram outro software/sistema em nuvens?

Rodrigo Gazzanel:

De uma forma geral, em se tratando de organização, estrutura e suporte, os clubes são preparados para receber os profissionais do fotojornalismo? Sim…a maioria dos clubes, em se tratando de serie A sim… mas sempre tem coisas a melhorar… mas no geral é possível realizar o trabalho sem maiores problemas.

Não. É necessário solicitar o credenciamento prévio de cada partida com as federações que organizam o evento, e mesmo assim não é garantia de poder fazer a cobertura devido a limitação de locais para esses profissionais.

Tudo através de FTP, cada agencia tem um FTP para receber as imagens dos profissionais.

 

7º Pergunta

Trivela na Rede: 

Qual a sua opinião referente a decisão do STF de não exigir mais o diploma de jornalismo para o exercício da profissão?

Rodrigo Gazzanel:

Eu sou contrario, acho que o curso é necessário e deveria ser obrigatório, a falta do diploma coloca no mercado muitos profissionais sem qualificação, sem postura, sem ética.

 

8º Pergunta

Trivela na Rede: 

O aprecio por registrar momentos #tbt, ter um bom equipamento, estudar, tirar licenças e credenciais, fortalecer a networking pessoal/profissional, são tarefas fundamentais para conquistar o espaço e viver financeiramente de fotografia! Principalmente a esportiva!

No ponto de vista profissional e financeiro (já que no Brasil, a maioria ou todas as agências “não pagam a diária”, as contratações e remunerações dos profissionais de fotojornalismo são feitas de que forma?

  1. Existe uma tabela com valores pré-estipulados?
  2. Como são feitas a comercialização das fotos/arquivos?
  3. São firmados contratos trabalhistas?
  4. O Ministério do Trabalho participa de que forma?
  5. Existe CBO?
  6. Existe um Sindicato Trabalhista especifico para a categoria?
  7. No Brasil, ser autônomo, virou uma questão de sobrevivência?

Rodrigo Gazzanel:

  1. Existe uma tabela de referência, mas bem distante da que realmente é praticada.
  2. Tudo através das agencias intermediárias e principalmente das grandes agencias. (Agencia Estado / Folhapress / GazetaPress / Agencia O Globo e LancePress)
  3. Desconheço vínculo trabalhista com agencias intermediárias.
  4. Apenas para emissão do MTB, que é obrigatório para exercer a profissão.
  5. CBO 2618-15.
  6. Sindicado dos jornalistas, mas tem pouca atuação junto a nossa categoria, quem nos dá algum tipo de respaldo são as associações estaduais, denominadas ARFOC.
  7. Com certeza, com a crise do pais e o encerramento de diversos meios de comunicação no pais, a função de repórter fotográfico autônomo tem crescido nos últimos anos, e o repórter fotográfico contratado de revista e/ou jornal praticamente findou. Pouquíssimos jornais ainda possuem essa função com o regime CLT.

 

9º Pergunta

Trivela na Rede: 

A incerteza com os valores (ganhos), comparado com os custos das viagens, alimentações, estadias, são preocupações constantes na rotina do fotojornalista autônomo.

O modelo de pagamento (ganhos) “fechado pela diária”, adotado por algumas agências da Europa, propiciam uma segurança financeira para o profissional. Esse modelo no Brasil, levando em consideração os encargos trabalhistas, seria bom ou ruim?

Como administrar essa situação?

Rodrigo Gazzanel:

Esse modelo também existe no Brasil, mas adotado apenas por agências internacionais, as agências nacionais não pagam “saída”, remuneram apenas quando tem venda de fotos. O mundo ideal seria as agencias pagarem o fixo pela saída também, mas infelizmente estamos longe disso.

 

10º Pergunta

Trivela na Rede: 

Analisando o mercado de Fotografia Esportiva, com ênfase no futebol, podemos classificar que o seu ramo de negócio está em um oceano vermelho, com muitos tubarões (concorrentes).

Que conselho você daria, para aqueles que estão começando? Ainda têm espaço ou está saturado?

Fica o convite para ler o livro A Estratégia do Oceano Azul de W. Chan Kim e Renée Mauborgne.

Rodrigo Gazzanel:

Pode parecer absurdo o que vou dizer, mas eu não tenho concorrentes, tenho amigos de profissão. Nunca teremos uma foto igual a outra, um fotografo nunca tem o mesmo olhar que o outro, e portanto não temos o mesmo produto para venda ao cliente.

O mercado esta saturado, remuneração cada vez menor, mas sempre tem gente nova chegando e gente saindo da profissão por não conseguir se manter. Viver da fotografia de futebol esta cada vez mais difícil. Pouquíssimos fotógrafos só fotografam futebol e consegue se manter, quem sabe um dia.

 

11º Pergunta

Trivela na Rede: 

É exigido o MTB para trabalhar profissionalmente com fotojornalismo esportivo?

Rodrigo Gazzanel:

É necessário o MTB de repórter fotográfico, esse registro só é possível apos 6 meses de publicação em jornais ou sites, vinculo com uma agencia para comprovação do pagamento das fotos, e associação com a ARFOC do seu estado.

 

12º Pergunta

Trivela na Rede: 

Cite o nome de uma referência profissional na sua vida. Explique a sua escolha.

Rodrigo Gazzanel:

Não vou ser injusto e citar uma referencia, é muita gente boa…e que bom que estou convivendo com todos eles. São grandes fotógrafos esportivos que antigamente eu olhava o nome deles ao lado da foto na publicação e hoje estou trabalhando ao lado. É muito gratificante isso. Se eu citar nomes aqui vou esquecer alguém com certeza.

 

13º Pergunta

Trivela na Rede: 

Deixe registrado aqui, todos os endereços dos canais do seu trabalho! Twitter, Facebook, YouTube, Instagram, Site e etc.

Rodrigo Gazzanel:

  • Twitter: @rodrigogazzanel
  • Instagram: @rodrigogazzanel

You’ll Never Walk Alone

Um comentário em “Fotografia Esportiva

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