Estevam reconhece falhas, comemora espírito de luta e valoriza entrega de Leandro Costa

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Estevam Soares comemorou os três pontos conquistados — Foto: Lafaete Vaz / GloboEsporte.com

Falta de bom futebol obrigou o treinador a mudar a equipe para o segundo tempo, na tentativa de conseguir uma nova postura

O Central entrou em campo contra o América-PE pressionado pela derrota diante do Petrolina. E a equipe demorou a entrar no jogo, o Mequinha foi melhor na etapa inicial e saiu na frente do placar.

A falta de futebol obrigou o técnico Estevam Soares a mudar a equipe para o segundo tempo, na tentativa de conseguir uma nova postura. O treinador gostou da entrega do time.

“Foi um jogo muito difícil, pela própria situação nossa e pelo que passamos no jogo contra o Petrolina, tudo o que antecedeu, do nada o ambiente ficou muito pesado. Esse jogo acabou sendo diferente. No primeiro tempo fomos um time desligado, sem objetivo. Nosso segundo tempo foi muito bom, quem entrou fez bem. As mudanças foram boas, a coisa funcionou.” – disse Estevam.

No intervalo o treinador fez uma mudança muito pedida pelos torcedores, a entrada de Polegar no lugar de Dudu Gago, que não vive um bom momento. Mesmo com a alteração, Estevam descarta um clima desconfortável com o capitão da equipe.

“O Polegar aqueceu aos 39 do primeiro tempo, isso não abala jogador, o Gago estava do outro lado. O Dudu fez uma boa partida, nós mexemos nem tanto pela deficiência técnica do Gago, mas pelo momento do Polegar. Hoje ele confirmou isso. O Polegar está entrando muito bem, isso nos dá um conforto maior.” – comentou.

O nome do jogo foi Leandro Costa, que conversou com o treinador e chamou a responsabilidade, mesmo sem condições ideais para atuar após uma lesão muscular.

“O Leandro não tinha condição, podíamos ter feito loucura e colocar ele pra jogar. Queremos o primeiro lugar, mas acima de tudo, queremos chegar na reta final. Nós temos que pensar lá na frente. O Leandro não viria para esse jogo, ele treinou pouco. Tenho que falar da personalidade desse atleta, ele foi violento, ele pediu para ir para o banco. Ele disse que se o time estivesse ganhando ele ficaria no banco, mas disse que se estivesse perdendo ele queria jogar. Ele foi o jogador que abriu o caminho para nossa vitória.” – ressaltou o comandante.

O Central volta a jogar no dia 14 de março, contra o Santa Cruz, no Arruda. A equipe lidera o Campeonato Pernambucano.

Fonte: GloboEsporte/Central

You’ll never walk alone

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