O incentivo que vem de berço do time do coração

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Foto: Divulgação Internet | Instagram | Torcedor Barcelona

O meu pai é santista, minha mãe é palmeirense e a minha esposa é são paulina e anti-corintiana

E eu? Eu sou corintiano! Amo futebol e tenho dois filhos. Não sei se serão corintianos.

Aquele registro da saída da maternidade, com o enxoval do time do coração… Bem, eu não tive com os meus filhos.

Acredito que a escolha pelo time do coração, deve ser feita pela pessoa, sem forçar a barra.

E se eles não gostarem de futebol?! Ou até mesmo de algum outro esporte!

Lá em casa, quando sai um gol do Corinthians, eu grito “goooolll do Brasil”! Porque somos brasileiros e precisamos ter orgulho disso.

O meu filho de 02 (dois) anos e 11 (onze) meses, repete Brasil! E o de 11 (onze) meses dá risada, mostrando os dois centroavantes e os pontas.

Respeito aqueles que incentivam, compram camisas e presentes para os filhos recém-nascidos. Abomino aqueles que “obrigam” e principalmente, considero, inadmissível, aqueles que colocam o nome no filho homenageando um jogador ou até mesmo clube!

Considero perigoso, desnecessário e irresponsável, levar crianças de colo nos jogos de qualquer esporte. Dessa forma, dificultaria o tralhado das mídias, em postar fotos de mães correndo com os seus filhos no colo em meio a uma briga de “torcedores”. Porque é isso o que esses bandidos “torcedores” querem! Sensacionalismo barato!

O nosso futebol está infectado de maus costumes, plagiando de forma errada o “sistema” Europeu, sem considerar os menores subsídios para os nossos jovens. O nosso futebol está morrendo.

O verdadeiro futebol é paixão! Passada de pai para filho, com consciência e respeito.

Os jovens precisam ser mais ousados com a bola, precisam brincar (com responsabilidade) em quanto jogam, precisam quebrar regras de esquemas de marcação com lances individuais, precisam chutar para o gol quando a defesa adversária se desmontar ou ficar desatenta.

Nem futebol raiz, nem futebol atual. Precisamos jogar futebol, simples assim.

Vou esperar os meus dois filhos demonstrarem interesse sobre futebol, e quando isso acontecer, e eu for questionado a respeito do time do meu coração, vou falar com orgulho… Eu sou corintiano, sua mãe é são paulina, sua avó é palmeirense e seu avô é santista.

Isso é um paradigma? Sim, concordo.

Adoro quebrar paradigmas! Por isso que eu quero trabalhar em um clube de futebol.

por, Luan Rodrigues

You’ll never walk alone

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