Sindicato de Atletas de SP se preocupa com a saúde mental dos jogadores

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Foto: Crédito: Trade Design Studio

O Centro de Formação Humana, que abriga o Expressão Paulista, foi concebido para cuidar do cidadão que vai além do atleta profissional.

Esse mês é chamado de setembro amarelo, mês de prevenção ao suicídio, que teve início em 2015. É uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Como parte das ações do setembro amarelo, o Sindicato de Atletas de SP já trabalha a saúde mental dos jogadores do Expressão Paulista, programa da instituição para os jogadores que estão sem clube.

O movimento que se tem notado esse mês é que os times estão aderindo ao movimento setembro amarelo, que tem como objetivo alertar que a depressão existe, mas o suicídio pode ser evitado.

Para o presidente do Sindicato de Atletas de SP, Rinaldo Martorelli, o suicídio que é um ponto final de uma depressão que, infelizmente, vem aumentando muito no esporte. “A nossa preocupação com a saúde mental dos atletas não é de hoje, tanto em termo firmarmos convênios na área da saúde mental para eles, tanto naquilo que a gente pode levar de informação, como o nosso programa de educação o “EducAtleta – Orgulho de Ser Atleta” que aborda questões especificas do tema.

A campanha leva em consideração os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre índices e taxas de suicídio, e alertas como:

– A cada 3 segundos uma pessoa tenta suicídio, no Brasil;
– Quase 11 mil pessoas tiram a própria vida por ano;
– Já outros entraram em campo com um girassol flor que é o símbolo da campanha “Na Direção da Vida – Depressão Sem Tabu”;
O futebol tem esse poder de alerta e seu público consegue naquele momento voltado para as quatro linhas compreender a mensagem: depressão existe e qualquer um está sujeito.

“Questões de como lidar com o ostracismo, de como optar por uma nova profissão, são questões que geram alto estresse a nossa categoria, que gera a depressão e que pode chegar a questões mais complicadas como o alcoolismo, por exemplo”, completa Martorelli.

Mas será que jogadores que conseguem chegar ao estrelato se deprimem? E aqueles que estão sem clube, como fica o psicológico desses jogadores? A expectativa de conseguir voltar a atuar, ficar longe da família!

O sindicato tem como premissa cuidar de gente e através de seus trabalhos tem uma série de benefícios para a categoria, atua nos clubes de forma efetiva com palestras sobre “Assédio Sexual”, “Manipulação de Resultados” entre outros benefícios. No “Centro de Treinamento Humana da instituição”, os atletas que estão no Expressão Paulista, além de realizar os treinamentos para se manter em atividade, a cada três semanas passam por uma dinâmica de grupo, e o foco central é a questão emocional. A entidade já atua na saúde mental desses jogadores e os prepara emocionalmente para enfrentar esse período que estão se clube.

Fonte: Tuddo Comunicação

You’ll never walk alone

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